Saiba como utilizar as proteínas para quando bater aquela fominha noturna!

Síndrome da fome noturna

Você sabia que existe um distúrbio alimentar chamado síndrome da fome noturna? Pessoas que tem esse distúrbio não conseguem dormir se não comerem algo, muitas vezes, até acordam no meio da noite, o que impede a boa noite de sono.

Há também quem adquire o habito de comer a noite, condicionamento que se torna muito difícil de eliminar, por isso separamos algumas dicas para você se alimentar de maneira saudável nessas escapadas à geladeira.

Fome noturna

Muitas vezes, a noite, você não consegue dormir se não fizer uma boquinha? O problema não está em fazer um lanchinho a noite, mas sim o que você consome, que em geral, são comidas práticas e não saudáveis, como por exemplo  biscoitos, que são ricos em calorias, gorduras e açúcar e não saciam.

O melhor remédio para a fome noturna

Opte por fazer um lanche rico em proteína magra, que são alimentos com pouca gordura, ricos em proteína, satisfazem a fome e ajudam a quebrar o ciclo de comilança a noite.

A ideia é que você faça um lanche pobre em calorias e com alta concentração de proteína magra, assim o fato de comer a noite não fará aumentar seu peso.

O que comer a noite?

Você pode escolher dentre uma dessas opções:

  • 1 fatia de queijo light
  • Nozes
  • 1 copo de leite desnatado
  • 1 copo de leite de soja
  • 1 xícara de iogurte desnatado
  • 1 fatia de peito de peru light

Lembre-se

Calorias são calorias, não importa quando são consumidas e o que conta é a quantidade de calorias ingeridas em um período de 24h, e não a hora do dia em que é consumida. Então leve isso em conta durante o seu dia se já sabe que a noite fará uma boquinha antes de ir para a cama.

Por isso o ideal seria descobrir o que causa essa fome que impede o seu sono. Seja algum distúrbio, estresse ou algum outro fator emocional. A eliminação desse habito pode ajuda, e muito, no processo de emagrecimento.

 

 


Conteúdo baseado no “100 dicas infalíveis para emagrecer e se manter em forma” de Fred A. Stutman